As muralhas e a torre
de menagem…
O passado percorre,
assombrado, a paisagem…
Que relógio parado
este tempo lacera?
Que caminho assombrado
só esta angústia gera?
Que mentira projecta
o teu verbo no mito?
Que assombrado poeta,
sem asas de infinito,
fica olhando as estrelas
sem saber merecê-las?
José-Augusto de Carvalho
8 de Outubro de 1998.
8 de Outubro de 1998.
Viana do Alentejo*Évora*Portugal
Migrando para este novo espaço.
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Até sempre!
José-Augusto de Carvalho