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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

02 - POSIÇÃO - Em tempo de ponderação - 2


Reiterando o meu texto anterior subordinado ao mesmo título (Em tempo de ponderação), convirá acrescentar:

1- Abandonei o  título «O Alentejo não tem sombra...», porque soube, entretanto, já haver um livro com este título. Foi substituído por «Harpejos», mantendo o subtítulo «Cantares». Considero adequados o título e o subtítulo porque o livro é constituído por vinte e cinco poemas, todos intitulados Cantares («Cantar 1», cantar 2», etc). Apenas o poema inicial, que se apresenta como pórtico, tem o título «Paisagem».

2- Em Outubro passado, publiquei «Pátria Transtagana», uma homenagem à região que me viu nascer e às suas/minhas gentes.

3- Além da anunciada colectânea «Esta lira de mim!...», outras tenho preparadas e em preparação.  Não sei, neste momento, quando serão publicadas, porque os editores não arriscam sem a garantia de comercialização assegurada e eu não tenho possibilidade de suportar o dispêndio da edição.

Por agora, é tudo quanto me apraz dizer a quem me lê. 

Evidentemente que continua disponível o espaço onde arquivo as colectâneas projectadas. Aqui fica o endereço: http://meustemposdoverbo.blogspot.com.


Até sempre!
José-Augusto de Carvalho
26 de Dezembro de 2014.
Viana*Évora*Portugal


sábado, 6 de fevereiro de 2010

02 - POSIÇÃO * Em tempo de ponderação - 1


Em tempo de ponderação desta minha caminhada de muitos versos, é urgente separar o trigo do joio. Dizia o grande poeta espanhol António Machado, andaluz de Sevilha, que o caminho se faz caminhando. Ciente desta grande verdade, não será republicável muito do publiquei, exactamente porque o caminho de hoje é diferente do caminho de ontem. O caminho, sempre em construção, exige outras alternativas, algumas derivadas de alternativas antigas, outras encontradas na transformação dos
 tempos e dos modos do ser e do estar.

Com «A instante nudez», 2005, iniciei a segunda fase de uma perspectiva editorial. Seguiu-se-lhe «Da humana condição», 2008, e, em 2009, «Do Mar e de Nós» e «O meu cancioneiro». «O Alentejo não tem sombra...» aguarda publicação.


Pretendo, agora, construir «Esta lira de mim!...», repescando, inclusive, alguns textos antigos, estes depois de submetidos ao meu olhar do presente.


Paralelamente, prossegue a aventura inciada em 2002 com «Nós Poesia». Também a colaboração em antologias, iniciada em «Poetas Alentejanos do Sécilo XX», de 1984, será sempre uma possibilidade.

Até sempre!

José-Augusto de Carvalho

Viana*Évora*Portugal

terça-feira, 24 de novembro de 2009

02 - POSIÇÃO * Apelo a quem chega


Prezado visitante, 
é um privilégio, para mim, a sua presença.
Muito agradeço que assinale a sua visita.
Bem haja!


José-Augusto de Carvalho


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

02 - POSIÇÃO * Apresentação

Sou um cidadão vulgar deste país. 
Amo a Poesia e tento desesperadamente encontrá-la nos versos que ando escrevendo. 
Também tento escrever, a espaços, alguma prosa.
Falará de mim e por mim quanto eu publicar neste espaço.
Cívica e literariamente, procuro ser um homem honesto e reclamo dos demais idêntica postura. E porque assim é, não será bem-vindo a este espaço quem divergir desta atitude.
Até sempre!



José-Augusto de Carvalho
1.12.2005


Escriba. Imagem da Internet.